Dias de inferno na Síria: O relato do jornalista brasileiro que foi preso e torturado em plena guerra

O jornalista Klester Cavalcanti saiu de São Paulo, em maio de 2012, com a missão de registrar a realidade da guerra civil na Síria, iniciada em março de 2011. Partiu para Beirute, no Líbano, com toda a documentação em ordem. Tinha o visto sírio, uma lista dos equipamentos que poderia portar, passaporte e um contato esperando-o na cidade de Homs, então epicentro do conflito entre as forças do ditador Bashar al-Assad e os rebeldes do Exército Livre da Síria. Seu plano era entrar em território sírio pela fronteira libanesa e acompanhar por alguns dias a ação dos rebeldes. Mas nada aconteceu como planejado. O jornalista foi preso pelas tropas oficiais, torturado e encarcerado por seis dias numa cela que dividia com mais de 20 detentos. Acostumado a denunciar violações dos Direitos Humanos no Brasil, o jornalista conseguiu fazer seu trabalho no ambiente inóspito da prisão. Naquele microcosmo, estavam os personagens e as histórias que precisava para retratar a guerra civil que acompanhava da cela, ouvindo os tiros e as explosões que vinham das ruas.


Autoria Cavalcanti, Klester - aut
Assuntos Cavalcanti, Klester
Reportagens e repórteres
Jornalismo
Violência
Guerra - Crime - Síria
Autobiografia
Editora Benvirá
Tipo Livro
Ano 2012
Extensão 285 p.
ISBN 9788564065826
Localização
070 C376d 2012
Exemplares 1 exemplar(es)
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