Filhote de cruz-credo

Fabrito era feio, “mais feio do que se possa desenhar”. E era por causa disso que os colegas na escola não o chamavam pelo nome, mas por apelidos como Cavalinho-de-pau, Cara de morcego, Panqueca e até Placenta. Para evitar chacotas, preferia ficar desenhando sozinho durante o recreio na sala de aula. Trata da prática do bullying, essa implicância comum entre as crianças, narrada com humor, sem, no entanto, maquiar a angústia que ela causa. Não é uma história triste. É, sim, a triste história alegre de um garoto que aprendeu a rir de si próprio e conquistou, no riso, o respeito dos colegas, além da menina mais bonita da escola.


Autoria Carpinejar, Fabrício - aut
Rosa, Rodrigo - ill
Assuntos Literatura brasileira
Literatura infantil
Literatura gaúcha / Literatura sul-rio-grandense
Bullying
Editora Girafinha
Tipo Livro
Ano 2006
Extensão 36 p.
ISBN 9788599520239
Localização
LITERATURA AMARELO C298f 2006
Exemplares 1 exemplar(es)
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