Torneio Outono
Aconteceu neste último final de semana o Torneio Outono de Tênis. Com categorias infanto, feminino A e B e masculino A, B e C, o torneio estendeu-se até a noite do domingo. Com número recorde de inscritos, a organização pensa em inscrever o torneio na programação oficial do ranking. Em relação aos demais eventos que ocorrem na AABB durante o ano, são três os que têm mais destaque: o Torneio Outono (que já teve pelo menos dez edições), o Torneio da Primavera e a Semana do Tênis.
Confira a tabela de resultados.
Roland Garros
Filho de Osmar Casagrande, criador do G20, Robinson Casagrande está na direção do tênis desde fevereiro deste ano. Ele, que é é associado da AABB e jogador de tênis desde seus 12 anos, está entre os 4 primeiros do ranking estadual (2ª classe) e 7ª no ranking brasileiro (35 anos). Robinson contou que retornará a suas atividades em julho, pois, no final do primeiro semestre, está de viagem marcada para assistir aos jogos de Roland Garros, na França.
G20 e GPonto
Presença confirmada no Torneio Outono foram os participantes do G20 - grupo masculino de tenistas associados que se encontra nas segundas-feiras para disputar um ranking interno. Eles compartilham a quadra coberta a cada quinze dias com o GPonto, grupo feminino do tênis abebeano – aberto a novas interessadas. Os encontros acontecem sempre das 18h às 21h.
Torneio Sul-Americano de Tênis de Veteranas
Entre os dias 6 e 13 de maio, algumas atletas abebeanas estiveram disputando, no Uruguai, o torneio que reuniu 400 tenistas para as partidas em duplas. Nas glamurosas quadras do Hotel Barceló, em Punta del Leste, jogaram equipes de 30 a 75 anos. A AABB esteve representada por Henny Fontoura (2º lugar na categ. 75) e suas filhas.
Tenista abebeana no Estados Unidos
A ex-atleta abebeana Fernanda da Fontoura Oliveira, que integrou a equipe de tênis até 2005, está morando nos EUA para jogar pela Lander University, onde também tem bolsa para a graduação em Relações Públicas. Há cerca de dois anos, ela mora em Greenwood, Carolina do Sul. Segundo sua mãe, Miriam Fontoura, o esporte é o responsável pela viagem da filha ao exterior. “Foi o tênis que deu essa grande oportunidade a ela de continuar jogando depois dos 18 anos, sem ser profissional - o que no Brasil, no feminino, é impraticável - cursar uma faculdade no exterior; e dominar a Língua Inglesa”.
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